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El factor emocional en la narrativa transmedia y la televisión social

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El factor emocional en la narrativa transmedia y la televisión social

The emotional component in narrative storytelling and social television

 

 

María Adoración MERINO ARRIBAS

Universidad Internacional de La Rioja – España


 

Introducción

Este artículo analiza el crecimiento de la televisión social y de la narrativa transmedia, debido al componente emocional que conlleva y a la variedad de plataformas que utiliza, logrando que la audiencia abandone su postura pasiva y se convierta en prosumidor de contenidos (Brian, 2012).

Este consumo activo, por parte de la audiencia, pasa a ser objeto de estudio de las marcas publicitarias, que buscan un público objetivo para su producto. En su estudio de mercado, cada vez más, el mando del televisor y los denominados teléfonos inteligentes serán determinantes para dibujar el perfil del usuario, de tal modo que las agencias de publicidad se enfocan a diseñar las campañas para cada perfil y harán llegar el producto a su público objetivo.

Sin haber tocado techo, la narrativa transmediano para de crecer (Scolari et al, 2012), teniendo en cuenta el auge de los comentarios en las redes sociales sobre determinados programas de televisión, que consiguen disparar el rating de audiencia del mismo o, incluso, bajar su reputación, en el caso de que los usuarios difundan algo negativo.

Esto se produce porque los contenidos generados por la audiencia son el elemento fundamental del transmedia storytelling (Jenkis, 2008).

Se denomina televisión social al hecho de compaginar el uso de las redes sociales de forma interactiva y simultánea con la televisión. Es un fenómeno emergente y también se llama televisión conectada, en referencia a la conexión en tiempo real por internet con el televisor, tanto en el aspecto tecnológico, como por el contenido. La red más usada es twitter, mientras que Facebook queda para explayarse en recomendaciones.

Por su parte, “la narrativa transmedia es la técnica de contar historias a través de múltiples plataformas y soportes. La importancia de las narrativas transmedia es que cada una de esas plataformas, ventanas, piezas o elementos forman parte de la historia y aportan al conjunto del relato y no están desvinculadas entre ellas” (Prádanos, 2013).

Este autor se ha convertido en experto en transmedia, gracias a que durante su etapa en Globomedia y Play Televisión participó en la arquitectura transmedia de Águila Roja (TVE) y El Barco (Antena 3), series que están reconocidas como los mejores ejemplos de narraciones transmedia en la ficción española.

Partimos de esta premisa para analizar la variedad de contenidos generados por los usuarios, es decir, la creación o producción colaborativa por parte de la audiencia, que interactúa con el conductor de los programas de televisión o series (ficción y no ficción).

Así nos encontramos con un contenido crossmedia (que involucra distintos medios: televisión, plataforma web o radio, entre otros), crossover (que combina varias historias en un mismo relato) o canales de fans (que difunden sus textos sobre series televisivas y crean un universo narrativo propio).

El componente emocional es parte del éxito de las narrativas transmedia y se configura en la práctica de la televisión social, donde el usuario de la información es un socio valioso para el profesional de la comunicación, porque “la hegemonía del periodista como guardián de las noticias es amenazada, no solo por la tecnología y los nuevos competidores, sino, potencialmente, por la audiencia a la que sirve”,(Bowman y Willis, 2003. p. 63).

En la televisión social, la que triunfa respecto a otras alternativas, el usuario completa las historias y marca el desarrollo del programa, como se refleja, por ejemplo, en el programa ‘Salvados’ de la Sexta, donde la audiencia interactúa con el periodista Jordi Évole, bien a través de twitter, Facebook, Youtube o cualquier otra plataforma social, mediante la segunda pantalla. El desarrollo de los medios digitales y su socialización consiguen que la audiencia se convierta en proactiva (Rheingold, 2012).

Es el periodismo participativo, donde el componente emocional es clave. Las redes sociales son el medio al alcance de la mano para la creación de comunidades espontáneas y repentinas, que mantienen lazos de fidelidad con programas, periodistas y medios de comunicación. Esto se produce en escaso espacio de tiempo y sin límites geográficos.

 

Cómo citar:

Merino-Arribas, M. A. (2013) El factor emocional en la narrativa transmedia y la televisión social, en Fonseca Journal of Communication, Monográfico 2, 234-257.

 

Recuperado de:

http://fjc.usal.es/index.php/component/content/article/128-elfactoremocional

 

Interfaces e linguagens para o documentário transmídia

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Interfaces e linguagens para o documentário transmídia

 Interfaces y lenguajes para el documental transmedia

 

DENIS RENO

Periodista y documentalista, maestro y doctor en Comunicación Social por la Universidad Metodista de Sao Paulo (Brasil)


 

Introduçao

Pioneiro na história do audiovisual e conhecido como filme de realidade ou imagens do povo, esse formato narrativo tem como capacidade a construção, ou representação, da realidade, levando ao espectador informação e conhecimento, o que pode significar emancipação cultural e social.

Porém, o documentário viveu momentos diversos em sua trajetória, acompanhados de formatos narrativos e de técnicas diversas de linguagem, assim como objetivos diferentes que justificavam e/ou provocavam essas formas de fazer. Também foram direcionados por correntes teóricas e artísticas diferentes para esses formatos, inclusive de maneira paralela ao cinema de um modo geral, que foram de certa maneira justificados pelo desenvolvimento tecnológico naquele momento. Os irmãos Lumière apresentaram o documentário ao mundo a partir de uma narrativa pura, inclusive sem  definir o próprio gênero, a própria existência, ao registrar na obra “L’Arrivée d’un Train en Gare de la Ciotat” [Chegada do Trem na Estação de la Ciotat] a chegada do trem à estação francesa (Renó, 2012). Naquelas sessões, os presentes “interagiram” com o trem de maneira real, provocando pânico nos presentes.

Num segundo momento do documentário, e com um olhar tanto tecnológico como de criação de linguagem, o russo Dziga Vertov apresentou “O homem com a câmera” como uma sequencia de imagens construída a partir da montagem, que naquele momento passou a ser uma tendência difundida pela escola russa. Sua proposta foi a reconstrução da realidade (ou da ficção, como ocorre no cinema que conhecemos) a partir da combinação de imagens (Renó, 2011), tendo como base conceitual a experiência desenvolvida por outro russo, Lev Kuleshov (Renó, 2011), em sua obra “A mulher ideal”, que apresentava uma sequencia de enquadramentos e imagens para demonstrar uma mulher considerada perfeita para o realizador. A mulher de Kuleshov nunca existiu, pois foi construída pela combinação de partes de várias mulheres.

Numa mesma evolução tecnológica, Jean Rouch produziu obras como “Le maitre fous”, onde atua com uma câmera de mão e som direto, ou seja, registrou em vídeo de maneira simultânea ao registro do áudio. Na obra, Rouch participa de uma cerimônia espiritual de uma aldeia africana e registra o transe de um dos participantes de tal maneira que parecia estar em transe com ele. Nascia naquele momento uma linguagem estética denominada como câmera-olho, linguagem de produção possibilitada pelo dispositivo “portátil” e pela capacidade de registrar som e imagem ao mesmo tempo, o que era fundamental para transmitir essa sensação de realidade.

Com a chegada da tecnologia VHS e em seguida o sistema digital, as mudanças do documentário passaram a representar experiências inovadoras e interessantes. O baixo custo desses dispositivos, em comparação com a película de sal de prata, possibilitou obras como “O prisioneiro da grade de ferro”, de Paulo Sacramento, construída a partir da edição de imagens gravadas por presidiários reclusos na então Penitenciara do Carandiru , em São Paulo. Sacramento reuniu um total de 120 horas de imagens gravadas pelos presos e a partir disso criou um roteiro para a montagem final. Trata-se de uma obra que tem como coautores os presos cinegrafistas.

Porém, em nenhum desses momentos a mudança no que diz respeito a linguagem foi tão expressiva como depois da web 2.0, onde os cidadãos passaram não somente a produzir, como também a distribuir os conteúdos produzidos. Uma significativa parcela dessas produções foi realizada a partir de telefones celulares e/ou câmeras fotográficas amadoras. Com essas inovações de tecnologia e linguagem surge uma nova linguagem comunicacional: a narrativa transmídia. A partir dela, tornou-se necessário estudar, experimentar e interpretar os resultados da utilização da narrativa transmídia para a construção de documentários.

Outra importante mudança na nova ecologia dos meios (Renó, 2013b) refere-se ao modelo de exibição destes conteúdos a partir de dispositivos móveis, onde o contato táctil com o conteúdo realiza propostas apresentadas inicialmente por Norbert Wiener (1954) e posteriormente por Marshall McLuhan (2005), para quem os meios de tecnologia eram extensão do nosso corpo. Com telas tácteis, não só temos essa extensão como também podemos dispensa-las, “colocando as mãos” no conteúdo disponível. Porém, essas mudanças provocam uma nova preocupação no campo midiático: interface.

Esse artigo apresenta, a partir de discussões teóricas e de resultados práticos obtidos através de um experimento-piloto, informações sobre como pode ser concebido um documentário transmídia e quais os parâmetros de interface que tal produto deve oferecer. Para tanto, são considerados resultados apresentados anteriormente sobre documentário interativo (Renó, 2011) e outros resultados obtidos com o documentário “Galego-português”, produzido totalmente a partir de um iPad 2. Neste processo de produção considero desde a concepção da obra a partir do roteiro até a edição de vídeo, áudio e foto, além da própria produção do material. Somente a montagem da página, realizada em HTML5, foi desenvolvida a partir de um computador convencional.

Espero, a partir desse estudo, oferecer aos produtores de documentários que buscam uma excursão pelo mundo da narrativa transmídia orientações e critérios para que tal produção atenda aos princípios desse tipo de linguagem, frequentemente confundida com a estratégia crossmedia.

 

Cómo citar:

Reno, D. (2013) Interfaces e linguagens para o documentário transmídia, en Fonseca Journal of communication, Monográfico 2, 211-233.

Recuperado de:

http://fjc.usal.es/images/stories/fonseca/documents/articles/2.monografico/interfaces_e_linguagens_para_o_documentario.pdf

La construcción de nuevas identidades femeninas a través de la historieta: la aportación del manga shōjo Gals!

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La construcción de nuevas identidades femeninas a través de la historieta: la aportación del manga shōjo Gals!

 

Building new feminine identities trough the shōjo manga: the contribution of Gals!

 

Bárbara FERNÁNDEZ GARCÍA

Universidad de Oviedo – España

RESUMEN

En 2002 se edita en España el manga shōjo (orientado a un público femenino joven) Gals!, obra de la autora Mihona Fujii, considerado como uno de los mejores documentos para conocer y entender el fenómeno de la tribu urbana de las gals japonesas. Este trabajo pretende mostrar el realismo con el que es abordada la ficción que presenta, combinado con los mecanismos propios del manga que es preciso desentrañar, así como, tras el profundo análisis de los personajes principales (todos femeninos), constatar sus valores artísticos, y cómo a través de su protagonista principal se propone un nuevo modelo de personaje femenino reforzado por una peculiar posición protagónica liberada de la carga de las funciones convencionales del protagonista. Se pretende contribuir así a los todavía escasos estudios españoles en esta materia.

 

Palabras clave:

manga, shōjo, gals, análisis de personajes, cómic, personajes femeninos.

 

ABSTRACT

In 2002 is published in Spain the shōjo manga (aimed at a young female audience) Gals!, work of the author Mihona Fujii, considered one of the best documents to know and understand the phenomenon of urban tribe of Japanese gals. This paper aims to show the realism with which it is approached fiction presented, combined with the own manga mechanisms which should be disclosed and, after thorough analysis of the main characters (all female), finding their artistic values​​, and how through its main protagonist proposes a new model of female character reinforced by a peculiar protagonic position, relieved of the burden of the conventional functions of the protagonist. It aims to contribute to the still scarce Spanish studies in this area.

 

Keywords:

manga, shōjo, gals, character analysis, comic, female characters

 

Cómo citar este artículo:

Fernández-García, B. (2013) La construcción de nuevas identidades femeninas a través de la historieta: la aportación del manga shōjo Gals!, en Fonseca, Journal of Communication, 6, 183-210

 

Recuperado de:

http://fjc.usal.es/index.php/component/content/article/138-plantillaarticulo

Las redes sociales virtuales como espacios de ocio digital

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Las redes sociales virtuales como espacios de ocio digital

Social networks as digital leisure spaces

 

 

Ana VIÑALS BLANCO

Instituto de Estudios de Ocio – Universidad de Deusto

RESUMEN

Vivimos en una sociedad digital donde los hábitos y estilos de vida se han visto transformados debido al desarrollo de Internet y las nuevas Tecnologías de la Información y la Comunicación (TIC). El ocio, entendido en este artículo como experiencia de desarrollo humano (Cuenca, 2000) y ámbito vital, tampoco se ha resistido a la influencia de la tecnología y la esfera virtual, dando pié a la generación de nuevos ocios virtuales entre los que destaca el uso de las redes sociales. Son parte de las nuevas prácticas de ocio de los jóvenes españoles y los nuevos formatos de entretenimiento. Fundamentándonos en el modo de entender el ocio del Instituto de Estudios de Ocio de la Universidad de Deusto y en la dicotomía de ocio serio y ocio casual defendida por Stebbins (2008), pretendemos dar respuesta a los siguientes planteamientos: ¿de qué manera ha influido la revolución digital en el ámbito del ocio?, ¿nos encontramos ante nuevos formatos de entretenimiento de carácter consumista o bien ante prácticas de ocio digital que fomentan el desarrollo personal? Esto nos llevará a analizar los usos que los jóvenes pertenecientes a la generación digital hacen de las redes sociales virtuales.

 

Palabras clave:

ocio digital, redes sociales virtuales, TIC, Internet, jóvenes

 

ABSTRACT

We live in a digital society where habits and lifestyles have been transformed by the development of the Internet and New Technologies of Information and Communication (ICT). Leisure, understood in this article as an experience of human development (Cuenca, 2000) and vital area, neither has resisted the influence of technology and the virtual sphere, and that caused the generation of new virtual leisures, among which the most important is the use of social networks. They are part of the new leisure practices of Spanish young people and new entertainment formats. Based on the way of understanding the concept of leisure inherent to Institute of Leisure Studies of the University of Deusto and the dichotomy between of serious leisure and casual leisure defended by Stebbins (2008), we try to answer the following approaches: what way has influenced the digital revolution in the field of leisure?, are we faced with new practices of consumer entertainment formats or with digital leisure practices that promote personal development? This will lead us to analyze the uses that young people belonging to the digital generation made of virtual social networks.

 

Keywords:

digital leisure, social networks, ICT, Internet, youth

 

Cómo citar este artículo:

Viñals-Blanco, A. (2013) Las redes sociales virtuales como espacios de ocio digital, en Fonseca, Journal of Communication, 6, 155-182.

 

Recuperado de:

http://fjc.usal.es/index.php/component/content/article/126-lasredessocialesvirtuales

El periodista ante la entrevista: rutinas profesionales. El caso de Ciudad Victoria, Tamaulipas, México

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El periodista ante la entrevista: rutinas profesionales.

El caso de Ciudad Victoria, Tamaulipas, México

 Journalist to the interview: professionals routines.

The case of Ciudad Victoria, Tamaulipas, México

Carlos David SANTAMARÍA OCHOA

Universidad Autónoma de Tamaulipas – México

 

RESUMEN

La entrevista periodística es un género en desuso en los diarios impresos de Ciudad Victoria Tamaulipas, México. Los periodistas argumentan falta de tiempo y espacio para desarrollar este tipo de trabajos.

Un análisis de las publicaciones de los diarios de mayor circulación en esta ciudad arroja como resultado el que no se publican entrevistas literarias; el recurso es empleado para la estructuración de noticias y, esporádicamente, de reportajes.

El presente trabajo se desarrolla realizando entrevistas a profundidad con periodistas en activo, los que reafirman el poco uso que se da al género correspondiente, así como un análisis de los trabajos publicados en los diarios impresos de la capital de Tamaulipas, únicamente en la sección de información local.

Falta de tiempo para la preparación, pocos espacios y el cambio hacia los me-dios electrónicos son las causas más recurrentes.

 

Palabras clave:

Entrevista periodística, Diarios impresos, Rutinas

 

ABSTRACT

The newspaper interview is sort of use in printed newspapers in Ciudad Victoria Tamaulipas, Mexico. Journalists argue lack of time-space and is to develop this type of work.

An analysis of the publications of the largest newspapers in this city dad throws the result that no literary interviews are published, the em-ployee’s resource for structuring news and sporadically of reports.

This paper develops conducting depth interviews with journalists pe-active, which reaffirm the limited use given the corresponding gender, as well as an analysis of the works published in newspapers printed cases in the capital of Tamaulipas, only on local information section. Lack of time for preparation, few spaces and I shift to electronic means are the most common causes.

 

Keywords:

Newspaper interview, printed newspapers, Routines

 

Cómo citar este artículo:

Santamaría-Ochoa, C. D. (2013) El periodista ante la entrevista: rutinas profesionales. El caso de Ciudad Victoria, Tamaulipas, México, en Fonseca Journal of Communication, 6, 135-154

ISSN: 2172-9077

 

Recuperado de:

http://fjc.usal.es/index.php/component/content/article/125-elperiodistaantelaentrevista

La Cadena SER en Facebook: nuevas estrategias de interacción con la audiencia

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La Cadena SER en Facebook: nuevas estrategias de interacción con la audiencia

Cadena SER in Facebook: new interaction strategies with audience

 

Fátima RAMOS DEL CANO

Universitat Jaume I – España

 

RESUMEN

El actual contexto periodístico ha consolidado a las redes sociales como nuevas y determinantes herramientas de comunicación e interacción con los usuarios. En este sentido, este artículo tiene por objeto analizar de qué manera la tradicional participación de la audiencia en el medio radiofónico se ha visto afectada por su implantación, centrando nuestro objeto de estudio en el perfil de Facebook  (la red de mayor audiencia en España y una de las más significativas a nivel internacional) de los programas informativos de la Cadena SER: “A Vivir que son dos días”, “Hora 25”, “Hoy por Hoy” y “La Ventana”. Partiendo de la hipótesis de su infrautilización y aplicando el análisis de contenido, se ha estudiado la actividad de estos programas en sus cuentas de Facebook. Los resultados certifican cómo la emisora no potencia la interacción con los oyentes a través de sus redes sociales. La audiencia, sin embargo, sí que emplea estas plataformas para relacionarse entre sí. La llegada de este medio social, por tanto, ha favorecido y promocionado dinámicas de participación que, a diferencia de las tradicionales, no son impulsadas, ni canalizadas por el medio radiofónico sino por los propios oyentes.

 

Palabras clave:

radio, Facebook, periodismo, redes sociales, interactividad

 

ABSTRACT

The current news media context has consolidated social networks services as the  new and decisive communication and interaction tools with users. In this regard, the purpose of this article is to analyze how the traditional audience participation has been affected by its implantation, focusing our inquiry on Facebook profile (being Facebook the network with the greatest audience in Spain and one of the most significant at the international level) of Cadena Ser news programmes: “A Vivir que son dos días”, “Hora 25”, “Hoy por Hoy” and “La Ventana”. Taking as the starting-point the hypothesis that it is being underutilized and applying the content analysis, it has been studied  the activity of these programmes in regard to their Facebook accounts. The outcomes certify how the station does not potentiate the interaction with listeners through their social networks services. The audience, however, it does employ these platforms to interact with each other. The arrival of this social media, therefore, favored and promoted dynamics of participation which, unlike traditional ones, are not driven or channeled through the radio medium but by the listeners themselves.

 

Keywords:

radio, Facebook, journalism, social networks services, interaction

 

Cómo citar este artículo:

Ramos Del Cano, F. (2013) La Cadena SER en Facebook: nuevas estrategias de interacción con la audiencia, en Fonseca Journal of Communication, 6, 111-134

ISSN: 2172-9077

 

Recuperado de:

http://fjc.usal.es/index.php/component/content/article/124-lacadenaserenfacebook

Las corporaciones de radiotelevisión

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Las corporaciones de radiotelevisión pública de la Unión Europea y el incipiente uso de la web 2.0 para comunicar RSC

Public radiotelevision Corporations in European Union and the emerging use of Web 2.0 to communicate CSR

 

Tania FERNÁNDEZ LOMBAO

Universidad de Santiago de Compostela – España

 

RESUMEN

La Responsabilidad Social Corporativa es un concepto que define el modelo de gobernanza empresarial basado en la gestión responsable, horizontal e interactiva, en oposición a los sistemas de control cerrados y férreos. Las tres primeras corporaciones de radiotelevisión pública de la UE en implantar la RSC son British Broadcasting Corporation (BBC) del Reino Unido, Raidió Teilifís Éireann (RTÉ) de Irlanda y Zweites Deutsches Fernsehen (ZDF) de Alemania. Sus estrategias  se desarrollan en los ámbitos de gobernanza, condiciones laborales, derechos humanos, aspectos vinculados al consumidor, buenas prácticas en la actividad, medio ambiente y compromiso con la comunidad.

Anualmente las tres corporaciones presentan memorias de resumen y evaluación del de sus acciones de RSC, con el objetivo de informar detalladamente a sus stakeholders, es decir, audiencia, directivos, proveedores, empleados, colaboradores, y comunidades locales e internacionales.

El objeto de esta comunicación es analizar cómo las tres corporaciones utilizan la web 2.0. a través de sus páginas web corporativas con la finalidad de difundir sus acciones de RSC y propiciar la interactividad. Para ello, se identifica el espacio dedicado a RSC, se especifica la categoría en la que es incluida y la importancia que se le otorga en medio del resto de contenidos recogidos en las páginas webs corporativas.

 

Palabras clave:

Responsabilidad Social Corporativa, web 2.0, memorias anuales, interactividad

 

ABSTRACT

Corporate Social Responsibility is a concept that defines the model of corporate governance based on responsible, horizontal and interactive accountability as opposed to closed and rail control systems. This type of management has been associated, at an initial moment, with private enterprise in the context of globalization, although gradually being implemented in the public, and consequently in the state-owned broadcasting corporations of the European Union. The three first corporations who have introduced CSR in their management are the BBC in the UK, RTÉ in Ireland, and ZDF in Germany. They develop their strategies in the fields of governance, working conditions, human rights, consumer, good practices in the activity, environment and community involvement.

Annually these three corporations publish memories to evaluate the success or failure of their CSR activities, in order to provide detailed information to its stakeholders or interest groups: managers, suppliers, employees, partners, local communities and international communities.

The purpose of this paper is to analyze the way in which the three corporations use Web 2.0 through their corporate websites in order to spread their CSR activities. Thus, detail the peculiarities and possibilities offered by each of the spaces 2.0 and how it encourages interaction, understood as a pillar of the `social media ‘against excessive elite control prevailing in the traditional media.

Also, check if the three public broadcasting corporations use Web 2.0 share CSR as a management philosophy or whether, on the contrary, does not go beyond simple social marketing. To do this, we will identify the spaces dedicated to Corporate Social Responsibility, specify the category in which it is included and the importance given to it in the middle of other content contained in the corporate websites. Overall, we aim to find out if the web 2.0. is the method of choice for corporations to communicate their CSR activities.

 

Keywords:

Corporate Social Responsibility, web 2.0, annual reports, interactivity

 

Cómo citar este artículo:

Fernández-Lombao, T. (2013) Las corporaciones de radiotelevisión pública de la Unión Europea y el incipiente uso de la web 2.0 para comunicar RSC, en  Fonseca Journal of Communication, 6, 86-110.

ISSN: 2172-9077

 

Recuperado de:

http://fjc.usal.es/images/stories/fonseca/documents/articles/numero6/las%20corporaciones%20de%20radiotelevisin%20pblica%20de%20la%20unin%20europea%20y%20el%20incipiente%20uso%20de%20la%20web%202.0%20para%20comunicar%20rsc.pdf

Business Communication and Globalized English: Recent Definitions and Applications of a Concept across the Corporate World

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Business Communication and Globalized English: Recent Definitions and Applications of a Concept across the Corporate World

‘Comunicación comercial’ y globalizado Inglés: Definiciones recientes y
aplicaciones de un concepto en el mundo corporativo

Fee-Alexandra HAASE

University of Nizwa – Oman

RESUMEN

Este artículo es un estudio de “comunicación comercial” como un fenómeno económico de varias capas de la sociedad corporativa del mundo globalizado. En los sistemas de educación académica y en los negocios en diversas definiciones del término “comunicación comercial” existe, que se aplican en todos los ámbitos de la formación académica y en el mundo de los negocios. Después de la comparación de las definiciones de “comunicación comercial”, que demuestran las diversas capas de la comunicación comercial en el mundo empresarial contemporáneo. Ellos se basan en un modelo del mundo corporativo. Para estos casos usamos ejemplos de empresas que implementan la “comunicación comercial” en su estructura corporativa.

 

Palabras clave:

comunicación comercial / mundo corporativo / globalización / capital intangible / Inglés idioma / educación académica /estructura corporativa

 

ABSTRACT

This article approaches ‘business communication’ as a multi-layered economic phenomenon of the corporate society of the globalized business world. In academic education systems and in the business world under the term ‘business communication’ various definitions exist, which are applied across the fields of academic studies and in the business world. After the comparison of definitions of ‘business communication’,  we demonstrate the various layers of business communication in the contemporary corporate world based upon a model of the corporate world and these cases using examples of companies implementing ‘business communication’ into their corporate structure.

 

Keywords:

advertising / corporate world / globalization / intangible capital / English language / education academic / corporate structure

 

Cómo citar este artículo:

Haase, F. A. (2013) Business Communication and Globalized English: Recent Definitions and Applications of a Concept across the Corporate World, en Fonseca, Journal of Communication, 6,  53-85.

 

Recuperado de:

http://fjc.usal.es/index.php/component/content/article/122-businesscommunication

La impersonalidad aceptada del discurso en Facebook: el estatus más común entre los jóvenes

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La impersonalidad aceptada del discurso en Facebook: el estatus más común entre los jóvenes

 

Manuel AYALA PALOMINO

Instituto Tecnológico y de Estudios Superiores de Monterrey – México

 

RESUMEN

La Red social Facebook se ha convertido en una herramienta de comunicación entre millones de usuarios de todo el mundo. El presente estudio se realizó para conocer cuáles son las características del discurso de los estatus, elemento de la plataforma que se utiliza para dar a conocer cuál es el sentir o pensar del usuario en un determinado momento y esto determina cómo los demás usuarios lo percibirán. Se analizó el discurso del estatus de 281 perfiles de usuarios con una edad promedio de alrededor de 20 años. Las temáticas de expresión identificadas en los estatus manifiestan una impersonalidad al contener en su mayoría ideas relacionadas con temas ajenos a situaciones, sentimientos, e ideas personales o propias de los usuarios; los estatus en general contienen frases hechas o célebres, palabras aisladas, citas de libros, canciones, y películas. A pesar de la impersonalidad detectada, la mayoría de los usuarios recibieron manifestaciones de apoyo o empatía a sus estatus, se infiere que las interacciones y el discurso en esta Red social mantienen una frecuente interacción entre los usuarios, pero de manera superficial y en cierta forma muy poco personal.

 

Palabras clave:

Facebook, empatía, expresión personal, jóvenes universitarios, interacción en línea, impersonalidad, discurso

 

ABSTRACT

The social network Facebook has become a communication tool for millions of users worldwide, the present study was realized in order to know the characteristics of the discourse of the statuses, that element of this platform is used to present the users’ way of thinking at a given moment and this dictates how the other users will perceive each other, that this, along with the profile picture, those are the two main presentation elements. We analyzed the status discourse of 281 user profiles with an average age of 20 years. The different themes identified in these statuses manifest certain impersonality by containing in their majority ideas related with non-personal situations, feelings, and personal issues of the users; the statuses, in general, contain phrases, quotes, single words, book quotes, songs and movies. Despite the detected impersonality, most of the users received manifestations of support or empathy for their statuses, it is implied that the interaction and discourse in this social network maintains a frequent interaction between users, but superficially and in way, distant.

 

Keywords:

Facebook, empathy, personal expression, Young students, on-line interaction, impersonality, discourse

 

Cómo citar este artículo:

AYALA PALOMINO, M. (2013) La impersonalidad aceptada del discurso en Facebook: el estatus más común entre los jóvenes, en Foseca Journal of Communication, 6, 26-52.

ISSN: 2172-9077

 

Recuperado de:

http://fjc.usal.es/index.php/component/content/article/121-laimpersonalidadaceptada

La secuencia ideante: un nuevo tipo de texto periodístico según las entrevistas corales de MARCA.com

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La secuencia ideante: un nuevo tipo de texto periodístico según las entrevistas corales de MARCA.com

The Deviser sequence: a new type of informative text from the choral interviews
of MARCA.com

 

Daniel BARREDO IBÁÑEZ

Universidad de La Sabana – Colombia

Martín OLLER ALONSO

Universidad Rey Juan Carlos – España

RESUMEN

En nuestro análisis, de carácter etnográfico, hemos observado en las entrevistas corales los vestigios de un periodismo puro, no necesariamente contaminado por cuestiones organizacionales, y un posicionamiento general que tiende a abolir las jerarquías (ortográficas, estructurales), hacia una mayor horizontalidad o trascendencia, en lo que algunos teóricos han denominado “regímenes heterárquicos” (Bruns, 2006, p. 6) o cibercomunismo (Barbrook, 2000).El desarrollo de Internet ha traído consigo la aparición de nuevas formas discursivas y, por lo tanto, nuevas formas periodísticas: nuevos cibergéneros que, como las entrevistas corales de MARCA.com, se aprovechan del sustrato técnico – ideológico que supone la red. En el siguiente artículo señalaremos los rasgos morfológicos de estas formas participativas para mostrar, a continuación, la evolución de un caso de un nuevo periodismo -relacionado con el periodismo participante- que nosotros hemos denominado como ideante: un tipo de comunicación que parte desde un emisor no profesional y que, gracias a las entrevistas corales, se difunde a través de los cibermedios de comunicación y de las redes sociales hasta terminar, tras un viraje polifásico, fundido dentro del acervo cultural.

 

Palabras clave:

Entrevistas corales; MARCA.com; cibergéneros; periodismo ideante; periodismo participativo.

ABSTRACT

In our ethnographic analysis, we have observed in the corals interviews vestiges of a pure journalism, a journalism which was not necessarily contaminated by organizational issues, and in general a journalistic positioning which tends to abolish hierarchies (spelling, structural), towards a more horizontality or transcendence, in what some theorists have defined as “heterarchical regimes” (Bruns, 2006, p. 6) or cybercommunism (Barbrook, 2000).The development of Internet has brought the emergence of new forms of discourse and, therefore, new journalistic forms: new cybergenres (as the coral interviews in MARCA.com), which take advantage of the technical – ideological substrate of the net. In the next article we will focus on the morphological aspects of these participative forms, and then we will show the evolution of a case of a new type of journalism –linked to the participatory journalism – that we have named deviser to define a kind of communication which starts from a non professional transmitter. Thanks to the coral interviews these transmissions are being spread in the mass media and the social networks and after a polyphasic trip they end melted into the cultural heritage.

 

Keywords:

Coral interviews; MARCA.com; cybergenres; deviser journalism; participatory journalism.

 

Cómo citar este artículo:

Barredo-Ibáñez, D. y Oller-Alonso, M. (2013) La secuencia ideante: un nuevo tipo de texto periodístico según las entrevistas corales de MARCA.com, en Fonseca Journal of Communication, 6, 1-25.

ISSN: 2172-9077

 

Recuperado de:

http://fjc.usal.es/index.php/component/content/article/120-lasecuenciaideante