Revista Redes.com

Comunidad y Comunicación: Prácticas comunicativas y medios comunitarios en Europa y América Latina (Recensión)

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Comunidad y Comunicación:

Prácticas comunicativas y medios comunitarios en Europa y América Latina

Luis Antonio OGANDO DES

 

Resumen:

MARTÍNEZ HERMIDA Marcelo, MAYUGO I MAJÓ, Carme y TAMARIT RODRÍGUEZ, Ana (coord.) (2012): Comunidad y Comunicación: Prácticas comunicativas y medios comunitarios en Europa y América Latina. Editorial Fragua: Madrid

 

Comunidad y Comunicación es un relato basado en proyectos e investigaciones que ofrecen una amplia panorámica de posibles relaciones entre experiencias comunicativas y ciudadanía. Lo hace mediante reflexiones y estudios sobre prácticas y medios audiovisuales de carácter participativo, un compendio de iniciativas que se impulsan desde la sociedad civil para autoabastecer sus necesidades comunicativas.

 

Cómo citar:

Ogando-Des, L. A. (2014) Comunidad y Comunicación: Prácticas comunicativas y medios comunitarios en Europa y América Latina, en Revista Redes.com, 9, 461-463.

DOI: 10.15213/redes.n9.p461

 

 

Recuperado de:

http://revista-redes.hospedagemdesites.ws/index.php/revista-redes/article/view/317

 

Las 10 mareas del cambio (Recensión)

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Las 10 mareas del cambio

Daniel RODRIGO CANO

 

 

Resumen:

SÁNCHEZ RAMÍREZ, Juan Luis (2013): Las 10 mareas del cambio. Roca editorial de libros: Madrid

 

Estamos ante un cambio social apasionante, donde la gente se agrupa para reclamar los derechos que se recortan. El avance desconsiderado del neocapitalismo en manos de los mercados a los que les molestan los derechos sociales provoca desigualdades abismales. Aunque el Estado de bienestar en España no alcanzó cotas altas en comparación con los países más avanzados de Europa, los recortes que desde 2010 se han llevado en este país provocan, por un lado, el aumento de las brechas entre ricos y pobres y, por otro, la unión de los ciudadanos en las protestas, que en los últimos tiempos se han denominado “mareas”. El término “marea” aglutina una fuerza colectiva de ciudadanos que dicen “basta” ante esta estafa generalizada. Las mareas son distintos movimientos, algunos de ellos desde principios de siglo, que reclaman unos derechos concretos y que en los últimos años vuelven a reivindicar desde la calle.

 

Cómo citar:

Rodrigo-Cano, D. (2014) Las 10 mareas del cambio (Recensión), en Revista Redes.com, 9, 457-458.

DOI: 10.15213/redes.n9.p457

 

 

Recuperado de:

http://revista-redes.hospedagemdesites.ws/index.php/revista-redes/article/view/313/347

 

Introducing the Creative Industries: From Theory to Practice (Recensión)

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Introducing the Creative Industries: From Theory to Practice

Jéssica Cantieri Taube Fagundes

 

Resumen:

DAVIES, Rosamund; SIGTHORSSON, Gauti (2013): Introducing the Creative Industries: From Theory to Practice. Londres: SAGE Publications Ltd.

Creativity is a difficult concept to define, it has an enormous rage of application and usage. One can even use creativity as a method of dealing with life and its ups and downs in a more sociological way or it can be applied as a subject to ones career meaning to essentially differ its job from any other. Professions based on creativity are rapidly growing as an important element of today’s economy even though its unique condition of numerous business types makes it hard for any regulation to be satisfying and efficient. Those kind of activities are now being called “The creative industries”, as Rosamund Davies and Gauti Sighthorsson point out in their book “Introducing the Creative Industries from Theory to Practice”:

“The creative industries are a metaphor, which implies that creative production has been industrialized, set up in factory-like structures and managed along the same principle as the manufacture of any other mass-market goods. (…) like any other industry, the creative industries are driven by the work of people.”

 

 

Palabras clave:

creative industry; business models

 

 

Cómo citar:

Taube-Fagundes, J. C. (2014) Introducing the Creative Industries: From Theory to Practice (Recensión), en Revista Redes.com, 9, 453-455.

 

DOI: 10.15213/redes.n9.p453

 

Recuperado de:

http://revista-redes.hospedagemdesites.ws/index.php/revista-redes/article/view/326/341

 

Sociofobia. El cambio político en la era de la utopía digital (Recensión)

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Sociofobia. El cambio político en la era de la utopía digital

Lucía Del Moral Espín

 

Resumen:

RENDUELES, César (2013): Sociofobia. El cambio político en la era de la utopía digital. Capitan Swing: Madrid

 

“Vivimos en una jungla semiótica que premia la fragmentación y castiga las narraciones continuas y coherentes. La idealización de Internet y las comunidades digitales es su expresión ideológica más evidente” (p. 181). De esta forma desolada describe nuestro presente el ensayo Sociofobia. El cambio político en la era de la utopía digital. Su autor, Cesar Rendueles (Girona, 1975), es profesor de Sociología en la Universidad Complutense de Madrid, autor también del blog “Espejismos digitales, el cambio político en la era de la sociofobia” y editor de textos de autores clásicos, como Walter Benjamin, Karl Polanyi o Karl Marx. Sociofobia se ha convertido en solo unos meses en un fenómeno mediático y de público (va por su tercera edición). Votado como el mejor libro de ensayo de 2013 por los lectores de El País, y definido como uno de los 10 mejores libros del año por el suplemento Babelia, el texto ha dado lugar a multitud de entrevistas, comentarios y debates en blogs, redes sociales y en el entorno digital en general.

 

 

Cómo citar:

Del Moral-Espín, L.  (2014) Sociofobia. El cambio político en la era de la utopía digital (Recensión), en Revista Redes.com, 9, 447 – 451.

DOI: 10.15213/redes.n9.p447

 

 

Recuperado de:

http://revista-redes.hospedagemdesites.ws/index.php/revista-redes/article/view/318/340

 

Governança participativa em rede: O desafio do Estado em ouvir a cidadania

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Governança participativa em rede: O desafio do Estado em ouvir a cidadania

Felipe Angelis

 

Resumen:

O presente artigo aborda um fenômeno mundial que ocorre em relação às formas de governo e sua interação com o cidadão. Fenômeno esse que transcende as questões partidárias, ideológicas e programáticas. Trata-se do governo digital. Nesse cenário, a Internet emerge como uma das ferramentas mais importantes na transformação do modo como as pessoas se relacionam entre si, com o mundo e com o conhecimento. Esse trabalho analisa a ideia da governança participativa em rede enquanto uma alternativa aos efeitos da globalização sobre a esfera política. Por meio de uma experiência recente, apresenta um desses espaços cibernéticos onde é possível encontrar elementos capazes de responder à exigência de instalação de um novo padrão de gestão transparente e interativa, capaz de ampliar a participação ativa dos cidadãos na administração e promovendo o (re) encantamento da esfera política.

 

Abstract:

This article addresses a worldwide phenomenon that occurs in relation to the forms of  government and their interaction with citizens. Phenomenon which transcends partisan, ideological and programmatic issues. This is the digital government. In this scenario, the Internet emerges as one of the most important tools in transforming the way people relate to each other, with the world and with knowledge. This paper examines the idea of participatory governance network as an alternative to the effects of globalization on the political sphere. Through a recent experiment shows one of these cyberspaces where one can find elements able to respond to the requirement for installation of a new pattern of transparent and interactive management, able to increase the active participation of citizens in government and promoting the (re) enchantment of the political sphere.

 

Keywords:

digital government, democracy, Internet, information society.

 

Palabras clave:

governo digital; democracia; sociedade da informação; Internet

 

 

Recuperado de:

Angelis, F. (2014) Governança participativa em rede: O desafio do Estado em ouvir a cidadania, en Revista Redes.com, 9, 429-442.

 

DOI: 10.15213/redes.n9.p429

 

Cómo citar:

http://revista-redes.hospedagemdesites.ws/index.php/revista-redes/article/view/293/358

 

De homem para homem: cultura, imagem e representações masculinas na Publicidade

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De homem para homem: cultura, imagem e representações masculinas na Publicidade

Man to man: culture, image and male representations in Advertising

Soraya Barreto Januario

 

Resumen:

Este estudo propõe a análise da representação dos personagens masculinos retratado através da publicidade nas revistas masculinas de estilo de vida. Nas últimas quatro décadas, a sociedade e os media têm exercido uma influência crítica e observadora sobre a imagem do homem e da masculinidade, estabelecendo modelos sociais e estéticos, rotulando e classificando os indivíduos de acordo com determinados padrões socialmente aceites.

 

As normas sociais, a família, o trabalho e a pós-modernidade, são fatores preponderantes no fortalecimento do cuidado masculino com a sua imagem e a sua inserção social. A relevância do tema deve-se à inegável influência dos meios de comunicação nos valores estéticos e na imagem pessoal. Na contemporaneidade, as identidades deixam de ser únicas e fixas para serem multifacetadas e cambiantes. Os estudos culturais e de género, ao analisar o que é veiculado nos media, procuram entender como são retratadas para a sociedade e para os indivíduos as mudanças que permeiam a sociedade na atualidade.

 

A proposta deste estudo é identificar aspetos e características que emergem da exposição do homem na publicidade. A abordagem metodológica de investigação será a análise de conteúdo visual nas publicidades veiculadas em 2011 nas revistas de estilo de vida masculinas, nomeadamente Men’s Health, GQ Portugal e Max Men. Neste sentido, utilizaremos como quadro metodológico, a análise de conteúdo visual baseada no pensamento de Theo Van Leeuwen, Carey Jewitt e Laurence Bardin. E à luz dos Estudos das Masculinidades, recorremos as teorizações de Raewyn Connel, Miguel Vale de Almeida e Sean Nixon.

 

 

Palabras clave:

Masculinidade, imagem masculina, género, publicidade, estilo de vida

 

 Keywords:

masculinity, male image, gender, advertising, lifestyle

 

Cómo citar:

Barreto-Januario, S.  (2014) De homem para homem: cultura, imagem e representações masculinas na Publicidade, en Revista Redes.com, 9, 397-428.

 

DOI: 10.15213/redes.n9.p397

 

 

Recuperado de:

http://revista-redes.hospedagemdesites.ws/index.php/revista-redes/article/view/284

 

 

 

La audiencia social desde la televisión argentina. Tecnología y optimización de las redes sociales

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La audiencia social desde la televisión argentina. Tecnología y optimización de las redes sociales

Paola Elisabet Fernández

 

Resumen:

El presente articulo tiene como finalidad explorar los cambios que las redes sociales generan en la industria televisiva a través del análisis observacional y sistematizarlos dentro del plano de la convergencia, en los tres aspectos que de ella se desprenden: culturales, económicos y tecnológicos.

 

En este contexto, se identifican cuatro tipos de relaciones o interacciones emergentes: en lo que refiere a la difusión, reproducción, retroalimentación -de los contenidos audiovisuales- y formación de opinión pública como representantes de los procesos de cambio mediatizados.

 

Bajo esta premisa, para los objetivos argumentados se analizaron cuatro casos de la televisión argentina que presentan estas características: el formato periodístico“678”, los programas de humor “Sin Codificar” y “Peter Capusotto y sus videos” y el reality show “Gran Hermano”, por considerarlos ejemplos claves dentro del sistema de medios que representan las distintas apropiaciones de las redes sociales del sistema mediático argentino”

 

Palabras clave:

interacción, redes sociales, televisión

 

Keywords:

interacction, social networks, television

 

Cómo citar:

Elisabet-Fernández, P. (2014) La audiencia social desde la televisión argentina. Tecnología y optimización de las redes sociales, en Revista Redes.com, 9, 377-395.

DOI: 10.15213/redes.n9.p377

 

 

 

Recuperado de:

http://revista-redes.hospedagemdesites.ws/index.php/revista-redes/article/view/273

 

 

Acceso a Internet e Impacto en los Hogares Peruanos. Una Evaluación a Partir de Microdatos

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Acceso a Internet e Impacto en los Hogares Peruanos. Una Evaluación a Partir de Microdatos

Humberto Ortiz Ruiz

Erix Aldo Ruiz Mondaca

 

Resumen:

En el presente artículo se realiza un análisis de los impactosque tiene el acceso y uso de los servicios de internet en los hogares peruanos considerando información desagregada. Así, a partir de la Encuesta Nacional de Hogares (ENAHO) en su versión de datos de panel para el período 2007-2009 y utilizando el método de Diferencias en Diferencias (DID) y una variante que permite controlar la heterogeneidad en las condiciones iniciales (PSM-DID), se muestra evidencia de los impactos que tiene el acceso a internet en un conjunto de variables que incluyen el ingreso, el gasto, la educación y el empleo.

 

 

 

Palabras clave:

Perú; acceso a internet evaluación de impacto; diferencias en diferencias; propensity score matching

 

Cómo citar:

Ortiz-Ruiz, H. & Ruiz-Mondaca, E. A. (2014) Acceso a Internet e Impacto en los Hogares Peruanos. Una Evaluación a Partir de Microdatos, en Revista Redes.com, 9, 361-375.

DOI: 10.15213/redes.n9.p361

 

 

Recuperado de:

http://revista-redes.hospedagemdesites.ws/index.php/revista-redes/article/view/308

 

Impacto de las TIC en el nivel de innovación en América Latina y el Caribe: Estimaciones econométricas a nivel de un panel

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Impacto de las TIC en el nivel de innovación en América Latina y el Caribe: Estimaciones econométricas a nivel de un panel

Karol Rodríguez Cabrera

 Jorge Andrés Vélez Ospina

 

Resumen:

La contribución de las Tecnologías de la Información y las Comunicaciones (TIC) como jalonador principal de la innovación y este a su vez como fuente de crecimiento y desarrollo económico, ha tomado gran importancia en la agenda pública mundial; por su parte los países de América Latina, se han preocupado por incentivar el uso y apropiación de TICs no sólo por la inserción en la dinámica global sino por el impacto en el mejoramiento de los procesos productivos en todos los sectores. En ese sentido, esta investigación propone una aproximación empírica para evaluar el impacto de las TIC en el nivel de innovación en América Latina y el Caribe, considerando la existencia de factores económicos de ambiente de negocios e institucionales que contribuyen en el desarrollo de actividades deinnovación, para ello se elabora un modelo econométrico de panel de datos para una muestra de 20 países de América Latina en el periodo 2000-2011, se espera que un incremento en el uso de TICs mejore los niveles de innovación de los países.

DOI: 10.15213/redes.n9.p341

 

Palabras clave:

Tecnologías de la Información y las Comunicaciones; Innovación; Panel de datos; derrames tecnológicos.

 

 

Cómo citar:

Rodríguez-Cabrera, K. &  Vélez-Ospina, J. A.  (2014) Impacto de las TIC en el nivel de innovación en América Latina y el Caribe: Estimaciones econométricas a nivel de un panel, Revista Redes.com, 9, 341-360.

 

 

Recuperado de:

http://revista-redes.hospedagemdesites.ws/index.php/revista-redes/article/view/310/356

 

Aspectos técnicos e regulatórios para implementação da tecnologia de rádios cognitivos no Brasil

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Aspectos técnicos e regulatórios para implementação da tecnologia de rádios cognitivos no Brasil

Agostinho Linhares

Renata Figueiredo Santoyo

Renato Bizerra

Yroá Robledo

 

 

Resumen:

Este artigo propõe medidas regulatórias para viabilizar a implementação da tecnologia de rádios cognitivos no Brasil, levando em conta o contexto regulatório vigente no Brasil; cenários deuso de rádio cognitivo, elencados pela UIT, enfatizando os cenários de acesso oportunista e acesso cooperativo; além de discussões atuais sobre o tema, como os conceitos LSA (Licensed Shared Access) e Carrier Aggregation. Expõe-se quea regulamentação vigente foi desenvolvida considerando um cenário baseado no modelo comando-controle, que pode levar a um uso ineficiente em determinadas faixas de radiofrequências. Por fim, é mostrado que para potencializar asvantagens do uso da tecnologia de rádio cognitivo faz-se necessário, em maior ou menor grau, uma adequação regulatória, que inclui novas destinações de faixas e regulamentação específica, como regulamentos de condições de uso de radiofrequências, exploração industrial de radiofrequências e aspectos de certificação de produto.

 

 

Palabras clave:

Rádio cognitivo; regulatório; acesso cooperativo; acesso oportunista; espaço em branco

 

Cómo citar:

Linhares, A. (2014) Aspectos técnicos e regulatórios para implementação da tecnologia de rádios cognitivos no Brasil, en Revista Redes, 9, 325-339.

 

DOI: 10.15213/redes.n9.p325

 

 

Recuperado de:

http://revista-redes.hospedagemdesites.ws/index.php/revista-redes/article/view/311